retorno

diversifique seus investimentos

Coloque os ovos em cestas diferentes: diversifique seus investimentos

Coloque os ovos em cestas diferentes: diversifique seus investimentos 1576 888 SVN Invest

Priscilla Arroyo

Ter sucesso nos investimentos é resultado de muito estudo e dedicação. Mas não basta saber quais são os melhores ativos para adquirir. É preciso organizar a carteira com um grupo de produtos que tenha potencial de diminuir os riscos e, ao mesmo tempo, elevar os ganhos. Por isso, a diversificação é uma palavra – e uma atitude – chave para quem quer alcançar os objetivos de maneira assertiva quando o assunto é investir.

Para além do mundo financeiro, há um conselho relacionado a essa sabedoria que há muitas décadas permeia conversas de famílias por todo o mundo: “não deixe todos ovos na mesma cesta”. A cesta pode cair e, quebrados, todos os ovos estarão perdidos. O conselho serve para diversas situações.

Diversificação

Como estamos na Páscoa, aproveitamos para relembrar a importância da diversificação em todos os aspectos da vida. Afinal, se colocarmos todos os deliciosos ovos de chocolate na mesma cesta e, por algum motivo a perdemos, ficaremos sem gostosuras para apreciar e presentear, não é mesmo?

A analogia pode ser facilmente usada para a carteira de investimentos. Quando apostamos em um só ativo para alcançar o objetivo, o risco é muito maior. O mercado financeiro passa por mudanças o tempo todo. Um investimento que hoje é visto como uma ótima opção, daqui a algumas semanas ou meses pode trazer perdas inesperadas por conta de algum solavanco do mercado que foge do controle do investidor. Por isso, por mais que um produto ofereça muitas vantagens, ele nunca deve reinar sozinho na carteira.

Renda fixa e renda variável

Para começar a pensar em um grupo harmônico de ativos, é possível identificar algumas opções na renda fixa, o que diminui a volatilidade da carteira e aumenta a sua resiliência. Dar prioridade aos produtos com menor taxa de risco é um bom começo de planejamento para montar a carteira.

O segundo passo é ir aumentando esse grau de risco conforme o perfil de investidor. Se esse perfil for moderado ou arrojado, é possível inserir também algumas alternativas de renda variável, como ativos da Bolsa de Valores ou Fundos Imobiliários.

Após bater o martelo sobre os ativos, o investidor deve definir qual porcentagem vai alocar em cada um dos produtos. Além do equilíbrio entre risco e retorno, é importante pensar no prazo que tem o objetivo do plano de investimento.

Se a meta for levantar recursos para férias, por exemplo, o ideal é que o maior peso da carteira esteja em produtos com vencimento no curto prazo e tenham baixa volatilidade. Mas se o propósito for comprar um imóvel, a parte mais relevante da carteira deve estar em produtos que deem retorno nos médio e longo prazos.

Pensar nessas estratégias para diversificar a carteira é essencial. Há centenas de produtos disponíveis no mercado. Mas o investidor não precisa conhecer todos, pois sempre pode contar com a ajuda de um assessor para construir esse plano com maior solidez.

diversifique seus investimentos

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Priscilla Arroyo —

Ter sucesso nos investimentos é resultado de muito estudo e dedicação. Mas não basta saber quais são os melhores ativos para adquirir. É preciso organizar a carteira com um grupo de produtos que tenha potencial de diminuir os riscos e, ao mesmo tempo, elevar os ganhos. Por isso, a diversificação é uma palavra – e uma atitude – chave para quem quer alcançar os objetivos de maneira assertiva quando o assunto é investir.

Para além do mundo financeiro, há um conselho relacionado a essa sabedoria que há muitas décadas permeia conversas de famílias por todo o mundo: “não deixe todos ovos na mesma cesta”. A cesta pode cair e, quebrados, todos os ovos estarão perdidos. O conselho serve para diversas situações.

Diversificação

Como estamos na Páscoa, aproveitamos para relembrar a importância da diversificação em todos os aspectos da vida. Afinal, se colocarmos todos os deliciosos ovos de chocolate na mesma cesta e, por algum motivo a perdemos, ficaremos sem gostosuras para apreciar e presentear, não é mesmo?

A analogia pode ser facilmente usada para a carteira de investimentos. Quando apostamos em um só ativo para alcançar o objetivo, o risco é muito maior. O mercado financeiro passa por mudanças o tempo todo. Um investimento que hoje é visto como uma ótima opção, daqui a algumas semanas ou meses pode trazer perdas inesperadas por conta de algum solavanco do mercado que foge do controle do investidor. Por isso, por mais que um produto ofereça muitas vantagens, ele nunca deve reinar sozinho na carteira.

Renda fixa e renda variável

Para começar a pensar em um grupo harmônico de ativos, é possível identificar algumas opções na renda fixa, o que diminui a volatilidade da carteira e aumenta a sua resiliência. Dar prioridade aos produtos com menor taxa de risco é um bom começo de planejamento para montar a carteira.

O segundo passo é ir aumentando esse grau de risco conforme o perfil de investidor. Se esse perfil for moderado ou arrojado, é possível inserir também algumas alternativas de renda variável, como ativos da Bolsa de Valores ou Fundos Imobiliários.

Após bater o martelo sobre os ativos, o investidor deve definir qual porcentagem vai alocar em cada um dos produtos. Além do equilíbrio entre risco e retorno, é importante pensar no prazo que tem o objetivo do plano de investimento.

Se a meta for levantar recursos para férias, por exemplo, o ideal é que o maior peso da carteira esteja em produtos com vencimento no curto prazo e tenham baixa volatilidade. Mas se o propósito for comprar um imóvel, a parte mais relevante da carteira deve estar em produtos que deem retorno nos médio e longo prazos.

Pensar nessas estratégias para diversificar a carteira é essencial. Há centenas de produtos disponíveis no mercado. Mas o investidor não precisa conhecer todos, pois sempre pode contar com a ajuda de um assessor para construir esse plano com maior solidez.

Análise de Investimentos

Saiba como começar a investir

Saiba como começar a investir 2560 1709 SVN Invest
Por Thais Skodowski

Investimento é aplicar recursos com o objetivo de se obter algo. Aqui, estamos falando de investimento financeiro. Isso significa aplicar dinheiro em algum ativo ou produto financeiro com a expectativa de ganhar mais no futuro. 

Por exemplo, você aplicou R$ 1.000 em títulos públicos e após quatro anos recebeu R$ 1.500. Isso é investimento. Ou seja, investir é diferente de poupar. Quando você investe, o objetivo é que esse dinheiro se multiplique. Isso é diferente de poupar, quando os recursos só ficam parados na conta.

Resumindo: investir é fazer o seu dinheiro trabalhar para você.

Mas de onde surge esse dinheiro adicional? Dos juros compostos. Quem investe está fazendo um empréstimo para uma organização, que pode ser o Tesouro Nacional, financeiras, empresas e bancos. 

Qual é o melhor investimento?

Há vários fatores que devem ser levados em conta na hora de escolher o melhor investimento.

O primeiro deles é que o investidor precisa estar ciente sobre risco e retorno. Essas duas variáveis implicam diretamente no valor do retorno dos aportes. Afinal, quanto maior o risco de um produto financeiro, maior será o potencial de retorno em cima dele.

O melhor investimento é o que está mais adequado ao seu perfil do investidor. Isso está diretamente relacionado ao risco. 

Existem três perfis de investidores: 

  1. Conservador: está disposto a correr menos riscos, ou seja, ele vai escolher um produto financeiro que o risco é menor mesmo que isso signifique receber menos dinheiro no futuro. Ele tem medo de perder o montante que investe. A palavra desse perfil é segurança.
  2. Moderado: não está disposto a correr tanto risco, mas também busca por ganhar acima da média. A palavra desse perfil é diversificação.
  3. Agressivo ou arrojado: não teme correr altos riscos para conseguir grandes lucros. Geralmente é alguém que conhece bem o mercado financeiro. A palavra desse perfil é rentabilidade.

Além do perfil do investidor, são fatores que interferem na escolha do melhor investimento o prazo em o dinheiro será investido e a quantia que se dispõe. É igualmente importante definir se os aportes serão mensais.

Com essas perguntas respondidas, já é possível buscar qual o melhor investimento para você.

Tipos de investimentos

Há ativos com características específicas para atender os mais diversos objetivos dos investidores. A maior parte deles são divididos em renda fixa ou renda variável. Essas modalidades apresentam diferenças importantes: a renda fixa tem menor risco e menor retorno. Já a renda variável tem maior risco e maior retorno.

Renda fixa:

É quando o investidor tem uma previsão do retorno. Os investimentos em renda fixa podem ser:

Pré-fixados: quando a quantia de juros que será paga já é definida no momento que o investimento é acordado.

Pós-fixados: a quantia de juros será definida apenas quando o título vencer.

São exemplos de títulos de renda fixa:

– Tesouro Direto: comprar um título do Tesouro Direto é como emprestar dinheiro para o governo. Ideal para iniciantes e aqueles que têm pouco dinheiro para investir. Permite aplicações a partir de R$ 30 e oferece liquidez diária, ou seja, é possível resgatá-lo com facilidade.

– CDB (Certificado de Depósito Bancário): Como o próprio nome diz, o investidor empresta dinheiro para os bancos. O mínimo investido depende da instituição bancária, mas é possível encontrar CDB a partir de R$ 500. 

– LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e LCA (Letras de Crédito ao Agronegócio): títulos de renda fixa. Os recursos captados pela LCI são utilizados pelo setor imobiliário, já os da LCA para os participantes da cadeia do agronegócio. 

– Letra de câmbio: o título de renda fixa é emitido por financeiras. Costuma apresentar rendimentos melhores que os títulos citados acima. 

– Debênture: são papéis de dívida das empresas, ou seja, o investidor vai emprestar dinheiro para uma companhia e receber juros por isso. 

– CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) são títulos securitizados de renda fixa. CRI está relacionado ao setor imobiliário, e CRA ao agronegócio.

Renda variável:

Investimento em renda variável é aquele que o retorno não pode ser definido no momento da aplicação. A remuneração pode variar conforme as expectativas de mercado. 

São exemplos de ativos de renda variável:

– Ações: ao comprar ações, o investidor se torna sócio da empresa comprando uma parcela dela. Ao fazer parte do negócio, o investidor fica sujeito aos lucros e prejuízos da companhia.

– Opções: são um contrato que dá ao investidor o direito de comprar ou vender certo ativo por um valor definido em uma data específica futura.

– Fundos de investimentos: reúnem recursos de várias pessoas e esse montante é aplicado de maneira conjunta no mercado financeiro. Os ganhos obtidos com essas aplicações são divididos entre os participantes do fundo. Há fundos de renda fixa e de renda variável.

– Fundos de Investimentos Imobiliários: o mesmo conceito que os fundos de investimentos, com a diferença que os recursos são aplicados em ativos do mercado imobiliário.

O que fazer para começar a investir

Quando você tiver definido o objetivo, o valor que quer investir e já sabe qual é o seu perfil de investimento, o próximo passo é abrir uma conta em uma corretora.

As corretoras são instituições financeiras que disponibilizam diversos produtos do mercado financeiro para os clientes.

Também é importante estudar bastante sobre o assunto. Para montar uma carteira de investimentos diversificada, é preciso acompanhar as variações do cenário econômico e do mercado financeiro. Isso nem sempre é uma tarefa fácil. Para realizar os aportes com mais segurança, você pode contar com a ajuda de um assessor de investimentos.