O que são investimentos em Renda Fixa?

02 de junho de 2021 Investimentos Básico

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O que são investimentos em Renda Fixa?

Priscilla Arroyo

Como o próprio nome diz, na Renda-Fixa, o investidor sabe qual remuneração irá receber no momento da aplicação. Um dos investimentos mais populares da renda fixa é a poupança, que é remunerada com base na taxa básica de juros, a Selic – hoje em 5,25% ao ano, percentual inferior à inflação, que acumula alta de 8,99% nos últimos 12 meses. Ou seja, deixar o dinheiro parado na poupança significa perda do poder de compra.

Quem busca rentabilidade sem correr muito risco tem como opção os títulos públicos, modalidade na qual ao comprar um papel, o investidor empresta dinheiro para o governo e recebe juros como remuneração por esse empréstimo. Trata-se de um tipo de investimento que está entre os mais seguros do mercado por se tratar de um “empréstimo” ao governo.

Os títulos do Tesouro Direto se diferenciam em três grupos: prefixados, pós-fixados e híbridos. Os prefixados são papéis que os juros são fixos e estabelecidos no momento da compra, o que permite ao investidor saber a quantia exata que receberá no vencimento do papel. Um exemplo é o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F).

Já na categoria dos pós-fixados, a remuneração é atrelada a algum indicador de referência como a Selic. Os híbridos, por sua vez, pagam um valor fixo mais a variação de algum indicador, como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial de inflação do País.

Assim como o governo arrecada recursos com a emissão de títulos públicos, os bancos fazem o mesmo com os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs). Os mais comuns são os pós-fixados, remunerados por um percentual do CDI – indicador de referência de renda fixa que representa a média dos juros das operações de empréstimo de curtíssimo prazo realizadas diariamente pelos bancos entre si, taxa que geralmente segue a Selic.

As melhores oportunidades são papéis que oferecem retorno de mais do que 100% do CDI. Aplicações de até R$ 250 mil são garantidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Dentro da renda fixa existe a possibilidade de comprar também títulos de empresas, as chamadas debêntures. Os recursos levantados pelas companhias com esses papéis são usados para financiar grandes projetos, por isso trata-se de uma opção que usualmente oferta prazos longos de vencimento, que podem chegar a uma década. Os aportes não contam com a garantia do FGC.

Ainda no grupo de títulos privados, há opções como a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). Ao comprar esses títulos, o investidor contribui para o desenvolvimento dos setores, por isso há a vantagem de não pagar Imposto de Renda. A modalidade também tem garantia do FGC.

Para investidores com perfil moderado de risco e horizonte de retorno de médio e longo prazo, os Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) são uma opção. Trata-se de títulos de créditos oferecidos por empresas dos respectivos segmentos. Eles podem oferecer rentabilidade atrativa, no entanto, não contam com a garantia do FGC.

Todos os dias há novas oportunidades de investimentos em renda fixa. Na SVN, a mesa dedicada ao segmento mapeia as melhores opções, que são oferecidas aos clientes pelos assessores – de acordo com o perfil de risco e os objetivos individuais. Entre em contato conosco e otimize o seu plano de investimentos.