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Mês das Noivas: conheça as vantagens dos Fundos Imobiliários

02 de junho de 2021 Investimentos basico

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Mês das Noivas: conheça as vantagens dos Fundos Imobiliários

Beatriz Lopes

Imóveis são uma das formas mais tradicionais de investimentos a longo prazo. É muito comum, no Brasil, as pessoas complementarem a renda com recursos provenientes de alguma casa, apartamento ou sala comercial. Em meio à instabilidade econômica, a demanda por ativos seguros como esses cresce ainda mais. Não é por acaso que jovens casais se organizam para realizar aportes no setor com horizonte de longo prazo. A intenção de garantir um futuro confortável para toda a família. 

A resiliência do setor imobiliário pode ser observada no contexto da pandemia: no segundo trimestre de 2020, as vendas subiram 10,5% em relação ao mesmo período de 2019, de acordo com dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Para além do movimento de migração das famílias de apartamentos para casas – especialmente nas capitais -, o aquecimento do segmento também reflete a preferência dos investidores em aumentar a exposição das carteiras a ativos – em tese – mais seguros em meio ao atual cenário de incertezas. 

Os riscos de investir no setor são ainda menores se os aportes foram feitos por meio de Fundos Imobiliários (FIIs), uma alternativa dinâmica e segura.

Como funcionam os Fundos Imobiliários

Os Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) são veículos que reúnem recursos de investidores para aplicações no mercado imobiliário por meio de imóveis físicos ou por títulos de dívida relacionados ao setor. A escolha dos ativos e administração do patrimônio fica sob a responsabilidade do gestor.  

Contar com a experiência de um profissional na gestão dos recursos é uma das principais vantagens dos fundos de investimento. Os FIIs podem investir em galpões logísticos, shopping centers, imóveis residenciais, entre outros. Os cotistas são remunerados pela renda de aluguel ou valorização das cotas dos fundos. 

As cotas representam as partes do patrimônio dos FIIs, e certificam os direitos e deveres aos titulares (cotistas). As regras que norteiam a operação de cada fundo são acordadas previamente. Antes de comprar cotas de um fundo, o investidor pode verificar o regulamento que determina quais ativos fazem parte da carteira, assim como o funcionamento da política de valorização ou desvalorização das cotas. 

Os FIIs podem ser classificados em três grupos:

Fundos de Tijolo: investem em ativos físicos – imóveis de construção tangível que costumam gerar renda com aluguel. Podem ser aplicados em diversos empreendimentos e em diferentes regiões. Além disso, tem a opção de focar em determinado empreendimento ou de fazer um mix na carteira.

Fundos de Papel: Formados por títulos do mercado imobiliário. Na maioria dos casos, esses fundos investem em ativos de renda fixa ligados ao setor imobiliário – como os  Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras Hipotecárias (LH) ou cotas de outros fundos imobiliários, entre outros. 

Fundos Híbridos: São formados tanto por títulos do setor, quanto por imóveis físicos. 

Por que investir em FIIs e não em comprar um imóvel?

Adquirir um imóvel físico não é a única opção para o investidor que deseja ter ganho de capital com o mercado imobiliário. Como alternativa, os FIIs permitem retorno com aluguéis e a valorização dos imóveis sem que o investidor seja, necessariamente, dono de uma casa, apartamento ou sala comercial.   

Na prática, fazer aportes no setor imobiliário por meio dos FIIs isenta o investidor de preocupações inerentes aos proprietários de imóveis, como gastos de manutenção e vacância. Como as carteiras dos FIIs envolvem aplicações em grandes empreendimentos, a rotatividade de inquilinos é maior, o que diminui os períodos em que os imóveis estão vagos.

Além disso, em caso de necessidade de resgatar os recursos investidos, o processo é mais rápido em relação ao caminho de venda de um imóvel. As cotas dos fundos são negociadas na Bolsa de Valores, o que aumenta a liquidez dos ativos – ou a facilidade em negociá-los. 

No entanto, em alguns casos, o investidor pode ter perdas em um resgate antecipado. Por isso, recomendamos sempre o auxílio de um assessor de investimentos para organizar os aportes e escolher os produtos de acordo com o objetivo de cada família.

Os FIIs também possibilitam maior diversificação da carteira. Com aplicações a partir de R$ 100, é possível comprar a cota de um veículo e ter acesso a diferentes tipos de imóveis, em diversos segmentos. 

Outra vantagem é a isenção da mordida do leão, uma vez que pessoa física não paga Imposto de Renda (IR) sobre o rendimento distribuído pelo fundo – o que aumenta o retorno do investimento. 

Como investir em FIIs?

Os Fundos Imobiliários são investimentos de renda variável. Por isso, o investidor deve estudar sobre o setor e analisar o mercado, ponderando a exposição ao risco que está disposto a tomar. 

O próximo passo é ter claro os objetivos do aporte e o horizonte de tempo do investimento. Com essas informações, o assessor da SVN poderá indicar a estratégia mais adequada de acordo com o perfil de cada investidor ou família. 

Conte com a gente nessa jornada!

>Essa é a nossa última dica de investimentos de longo prazo no Mês das Noivas – maio. Confira também os textos sobre “Cinco dicas de como investir para o casamento” , e como montar uma carteira de “Dividendos” como estratégia de aportes de longo prazo na Bolsa de Valores.