26 de novembro de 2018 - 12:32

Entenda a diferença entre gerente de banco e assessor de investimentos

Uma comparação que ajuda a explicar o bom índice de satisfação dos clientes da SVN Investimentos é que cada um dos assessores financeiros da empresa atende a no máximo cem clientes. A limitação garante tempo para que o assessor financeiro possa acompanhar as carteiras dos clientes e sugerir oportunidades de negócios.

Nos bancos, a média de clientes atendidos por um gerente varia de 600 a 1.600. Além disso, ao trabalhar para uma instituição pública como o Banco do Brasil ou privada como o Itaú ou o Bradesco, o gerente vai oferecer apenas os produtos exclusivos da instituição em que trabalha.

E há casos em que as ofertas de investimentos apresentadas são frutos de campanhas criadas pelas instituições com metas a serem cumpridas pelos gerentes.

“Os nossos assessores não oferecem um produto com um discurso pronto para vender. O nosso foco é a necessidade do cliente. Entendemos o que precisa e só então montamos uma carteira que possa suprir a necessidade apresentada”, explica Bernardes.

Dentro da plataforma de produtos da XP Investimentos, os assessores financeiros podem oferecer produtos de qualquer banco público ou privado, entre inúmeras modalidades.

“Desde bancário, título do governo, crédito privado, títulos de dívida de empresas, fundos de renda fixa, mercado de ações e coisas maiores também como derivativo, câmbio. A gama é muito grande. Acessamos tudo o que tem no mercado financeiro”, afirma Copetti.

O atendimento mais próximo ao cliente e a diversidade de opções de negócios refletem no crescimento do volume de recursos assessorados pela SVN Investimentos. No final de agosto de 2018, em meio a um ciclo de grandes resultados, a empresa atingiu a cifra de R$ 1 bilhão.

  • R$ 43 milhões em 2014
  • R$ 110 milhões em 2015
  • R$ 301 milhões em 2016
  • R$ 700 milhões em 2017
  • R$ 1 bilhão em 2018

Como o olheiro de um técnico de futebol

Copetti, sócio da SVN Investimentos, explica que uma boa forma de entender o trabalho de um assessor de investimentos é pensar na montagem de um time de futebol.

“Vamos dizer que o cliente é o técnico da equipe. E ele tem o perfil de jogo dele. Ele vai decidir se o time não vai tomar gol ou se quer ver jogar na frente e, se tomar uns gols, tudo bem, importa se o saldo de gols vai ser positivo”, diz.

A título de passagem, investimento de alto risco, neste momento, alerta Copetti, não é aconselhado pra ninguém. “Descobre quem é o presidente primeiro, depois a gente faz.”

De volta ao futebol, a função do assessor de investimentos passa a ser a de olheiro do técnico-cliente. “É o olheiro. Se o time precisa de um zagueiro alto, com o dinheiro que tem, vamos procurar o melhor zagueiro alto. Se a necessidade é um ponta esquerda de velocidade, vamos caçar no Brasil inteiro o que tem disponível”, compara o outro sócio da empresa, Felipe Bernardes.

Para trabalhar com os assessores da SVN Investimentos, há uma cota mínima de R$ 100 mil. “É o que entendemos permitir que façamos um trabalho de qualidade e que possamos entregar valor, com a criação de uma carteira que alcance produtos com uma diferenciação muito grande”, dizem os sócios.

 

Matéria original do site Maringá Post.

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